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"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

sábado, 17 de novembro de 2012

PIB brasileiro tem crescimento anualizado de 4,7% no 3o. trimestre!


Atividade econômica tem queda de 0,52% em setembro e cresce 1,15% no trimestre


14/11/2012 - 9h31 - Kelly Oliveira - Repórter da Agência Brasil

Brasília – Depois de cinco meses seguidos de crescimento, o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) registrou queda de 0,52%, em setembro, na comparação com agosto. Essa foi a maior retração registrada pelo índice desde outubro de 2011 (queda de 0,58%).
Em relação a setembro de 2011, houve crescimento de 0,44%, de acordo com o índice sem ajustes para o período, considerado o mais adequado para esse tipo de comparação. No ano, o IBC-Br cresceu 1,2% e em 12 meses, 1,14% (sem ajustes).
No terceiro trimestre, comparado ao segundo, houve crescimento de 1,15%, de acordo com o índice dessazonalizado. Já na comparação, sem ajustes, do terceiro trimestre deste ano ante igual período de 2011, a expansão chegou a 1,84%.
O IBC-Br é uma forma de avaliar e antecipar a evolução da atividade econômica brasileira. O índice incorpora informações sobre o nível da atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária.
O acompanhamento do indicador é considerado importante pelo Banco Central para que haja maior compreensão da atividade econômica. Esse acompanhamento também contribui para as decisões do Comitê de Política Monetária (Copom), responsável por definir a taxa básica de juros, a Selic. 
O Copom iniciou em agosto do ano passado processo de redução da Selic, como forma de estimular a economia que enfrenta efeitos da crise econômica internacional. Atualmente, a Selic está em 7,25% ao ano. A expectativa do mercado financeiro é que não haja mais cortes na taxa neste ano e em 2013.
O governo também tem adotado outras medidas de estímulo, como a redução do custo da energia, concessões de rodovias e ferrovias, aumento no limite de contratação de operação de crédito para estados, entre outras.

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Meu Comentário!
Os números do 3o. trimestre mostram que a economia brasileira está crescendo no ritmo desejado pelo governo, de cerca de 4,5% ao ano. Isso demonstra que as medidas tomadas pelo governo federal para estimular a economia começaram a surtir efeito. E é bom que tais medidas não sejam abandonadas tão cedo, como é o caso da redução de impostos para a indústria automobilística que, sozinha, representa 23% do PIB industrial e cerca de 5,3% do PIB total do país. 
Fundamental, também, são os estímulos para o aumento dos investimentos públicos e privados. São estes que irão garantir o crescimento sustentado (não-inflacionário) da economia nacional. 
E o ritmo de crescimento anualizado, que atingiu 4,7% no trimestre, é um excelente desempenho, ainda mais se levarmos em consideração que a economia mundial ainda enfrenta a sua pior crise em décadas, com a Zona do Euro correndo o sério risco de colapso.



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