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"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Superávit comercial desde 2003 atinge US$ 309,3 bilhões!


Balança comercial fecha 2012 com pior resultado em dez anos

02/01/2013 - 16h24 - Mariana Branco -Repórter da Agência Brasil

Brasília - A balança comercial brasileira encerrou o ano de 2012 com superávit de US$ 19,438 bilhões, informou hoje (2) o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic). O resultado é o pior desde 2002, quando o saldo ficou em US$ 13,1 bilhões.
Com relação a de 2011, quando houve superávit de US$ 29,794 bilhões, o saldo recuou 34,7%. As exportações no ano passado ficaram em US$ 242,58 bilhões contra importações de US$ 223,142 bilhões. Na média diária por dia útil, as vendas externas sofreram queda de 5,3% em 2012 e o volume importado caiu 1,4%.
No resultado anual das exportações, caíram as vendas de produtos semimanufaturados (8,3% ante 2011), básicos (7,4%) e manufaturados (1,7%). Entre os semimanufaturados, podem ser citados como exemplos de queda, o ferro fundido e a celulose. 
A soja, o café (em grão) e o minério de ferro são alguns dos produtos básicos cujas vendas externas caíram. Quanto aos manufaturados, produtos com maior grau de industrialização, houve queda no comércio de automóveis, açúcar refinado e autopeças.
Nas importações, caíram as compras de combustíveis e lubrificantes (2,4%), matérias-primas (2,2%) e de bens de consumo (1,8%). As compras de bens de capital cresceram, registrando incremento de 1,5%.

A China e os Estados Unidos lideraram o ranking de principais parceiros comerciais do Brasil no ano passado. O país asiático comprou US$ 41,2 bilhões em produtos brasileiros e os norte-americanos, US$ 26,8 bilhões. 
Em terceiro lugar, ficou a Argentina, com a compra de US$ 18 bilhões em produtos, seguida pelos Países Baixos, que compraram US$ 15 bilhões, e o Japão, US$ 8 bilhões.
Os dados mostram, no entanto, que o Brasil perdeu vendas para alguns dos principais compradores em 2012. As exportações para a Argentina caíram 14,1% no ano e as para a China recuaram 7%. Houve alta somente nas vendas para os Estados Unidos, de 3,5%. Segundo o ministério, isso deveu-se à compra por parte dos norte-americanos de produtos siderúrgicos, etanol, aeronaves e partes, eletroeletrônicos, químicos orgânicos, pedra, madeira, automóveis e partes, fumo, obras de ferro fundido, couro, peles e cereais.
No mês de dezembro, as exportações superaram as importações em US$ 2,250 bilhões. No último mês do ano, as vendas para o exterior atingiram US$ 19,749 bilhões e as compras de importados ficaram em US$ 17,499 bilhões. Na média diária por dia útil, as exportações caíram 1,8% em comparação as de dezembro de 2011, e 3,5% em relação as de novembro de 2012. Já as importações registraram crescimento de 5% ante as de dezembro de 2011, mas caíram 15,3% na comparação com novembro de 2012.
Edição: Carolina Pimentel//Matéria alterada às 20h32 para substituição de todas as ocorrências onde antes havia milhões para bilhões

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Meu Comentário!
2012 - O pior já passou!
No acumulado de 2003 a 2012, o superávit comercial brasileiro atingiu US$ 309,3 bilhões.
Esse foi um dos principais motivos pelos quais as reservas internacionais líquidas passaram de US$ 16 bilhões, no final de 2002, para os atuais US$ 378 bilhões, pois o BC comprou esse excedente de dólares que entrou no país a fim de evitar uma valorização ainda maior do Real em relação ao Dólar. 
No caso específico do ano de 2012, o mesmo viu um forte agravamento da crise na Europa, um crescimento modesto nos EUA e uma forte desaceleração da China, principalmente no 1o. semestre.
Países latino-americanos também tiveram uma desaceleração em seu crescimento, que foi um fenômeno global, portanto. 
Com isso, tanto a quantidade exportada, como os preços de alguns principais produtos de exportação do Brasil caíram fortemente, como foi o caso do minério de ferro. 
Tudo isso reduziu contribuiu para a redução das exportações brasileiras em 2012.
O principal, no entanto, é que o país, mesmo em um momento de forte crise mundial, e que atinge mais intensamente às maiores economias do mundo, conseguiu um superávit comercial de quase US$ 20 bilhões.
Com o início de uma retomada do crescimento da economia chinesa e dos EUA, e uma estabilização da economia europeia (que parece que já passou pelo seu pior momento, embora ainda esteja longe de começar a melhorar) tudo aponta para um maior crescimento da economia mundial em 2013 e nos anos seguintes, o que irá contribuir para o aumento das exportações e do superávit comercial brasileiro.

Indicadores Econômicos - Balança Comercial FOB:
Superávit Comercial de 2003 foi de US$ 24,8 bilhões:
Superávit Comercial de 2004 foi de US$ 33,7 bilhões:

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