Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Em dez anos, ocupação, formalização, rendimento e escolaridade crescem!


Em dez anos, ocupação, formalização, rendimento e escolaridade crescem - da Rede Brasil Atual, por Vitor Nuzzi, em 30/04/2013

Salário Mínimo de R$ 200 em 2002. Agora, está em R$ 678, acumulando um reajuste de 239% entre 2003-2013.  Inflação do período foi de 70%.
Segundo levantamento do IBGE, também aumentou a presença de mulheres e negros entre os trabalhadores com carteira assinada
São Paulo – Levantamento divulgado hoje (30) pelo IBGE, em alusão ao Dia do Trabalho, ratifica a expansão da ocupação, do emprego formal, do nível de renda e da escolaridade no mercado de trabalho brasileiro em dez anos, de 2003 a 2012. Aponta também maior presença de mulheres e negros no emprego formal.
Segundo o instituto, a ocupação total cresceu 24% no período, com 4,5 milhões de pessoas a mais – de 18,5 milhões para 23 milhões. Já o emprego com carteira assinada no setor privado aumentou 53,6%, acréscimo de aproximadamente 4 milhões, de 7,3 milhões para 11,3 milhões. 
Os empregados com carteira, que representavam 39,7% dos ocupados em 2003, passaram a 49,2% no ano passado. Os sem carteira foram de 15,5% para 10,6%. Os trabalhadores por conta própria foram de 20% para 17,8% e os domésticos, de 7,6% para 6,6%.
Também de 2003 a 2012, o rendimento médio dos ocupados cresceu 27,2% e atingiu R$ 1.793,69. Entre os empregados com carteira privada, esse crescimento foi de 14,7% para R$ 1.643,30.
Em Dezembro de 2012, a taxa de desemprego fechou em 4,6%, contra 10,5% de Dezembro de 2002, acumulando uma queda de 56,2% em 10 anos. 
O estudo do IBGE mostra ainda mudanças no perfil dos ocupados nas seis regiões metropolitanas pesquisadas. Os empregados com carteira assinada no setor privado sem instrução ou com menos oito anos de estudo eram 26,8% do total em 2003 e passaram a 15,3% no ano passado. Na outra ponta, aqueles com 11 anos ou mais de estudo foram de 53,5% para 68,7%.
No recorte por gênero, os homens eram 58,7% do total de ocupados formais em 2012, ante 62,4% em 2003. A presença das mulheres subiu de 37,7% para 41,3%. Os ocupados de cor branca eram 58,1% e passaram a 52,8%. Os pretos ou pardos, conforme a classificação do IBGE, aumentaram de 41% para 46,1%.
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