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"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

sábado, 4 de maio de 2013

IBGE: produção industrial cresce 0,7% em março!


IBGE: produção industrial cresce 0,7% em março

Entre os destaques estão os setores de produção de automóveis (5,1%) e de bens de consumo duráveis (4,7%)
Publicado em 03/05/2013

Rio de Janeiro - A produção da indústria brasileira aumentou 0,7% em março deste ano, em relação a fevereiro, quando houve queda de 2,4%. No primeiro trimestre, o setor registrou queda de 0,5% na comparação com o mesmo período de 2012. Os dados foram divulgados hoje (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação entre março de 2013 e o mesmo mês de 2012, a produção caiu 3,3%.
A expansão no ritmo da atividade industrial em março atingiu 13 dos 27 ramos investigados, com destaque para veículos automotores (5,1%). Também cresceram os setores de refino de petróleo e produção de álcool (3,3%), máquinas para escritório e equipamentos de informática (11,9%), bebidas (4,6%), fumo (33,4%), mobiliário (11,0%) e borracha e plástico (2,7%).
Por outro lado, entre os ramos que recuaram, o principal foi o de alimentos (-2,7%), segundo resultado negativo consecutivo, acumulando nesse período perda de 4,0%. 
Também caíram equipamentos de transporte (-5,0%), produtos de metal (-4,4%) e outros produtos químicos (-1,0%).
Entre as categorias de uso, ainda na comparação com o mês imediatamente anterior, bens de consumo duráveis (4,7%) assinalou a expansão mais elevada nesse mês, recuperando assim parte da queda de 7,3% registrada em fevereiro. A produção dos segmentos de bens intermediários (0,8%) e de bens de capital (0,7%) também mostrou crescimento.
O setor de bens de consumo semi e não duráveis (-0,5%) apontou o único resultado negativo entre as categorias de uso em março, segundo recuo consecutivo nesse tipo de confronto, acumulando no período perda de 2,9%.
Com informações do IBGE
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