Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

domingo, 19 de maio de 2013

Trabalhadores na construção civil de São Paulo têm 8,99% de reajuste!


Trabalhadores na construção civil de São Paulo têm 8,99% de reajuste - da Rede Brasil Atual, 17/05/2013

Índice fica acima da inflação do período. Valores de pisos e vales também foram corrigidos
FERNANDO STANKUNS/FLICKR/CC
civil
De acordo com o SindusCon, o setor estava com 3,45 milhões de empregados com carteira assinada no final de março
São Paulo – O acordo salarial dos trabalhadores na construção civil de São Paulo foi fechado com 8,99% de reajuste, acima da inflação acumulada em 12 meses, até abril, véspera da data-base (1º de maio): o INPC soma 7,16% e o IPCA, 6,49%. A convenção, que se estende a 11 municípios, foi assinada no último dia 10 pelos presidentes do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo, deputado estadual Antonio de Sousa Ramalho (PSDB), e do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado (SindusCon), Sergio Watanabe. 
Nesta semana, os sindicatos de Osasco e Carapicuíba, na Grande São Paulo, também assinaram convenções.

O piso para os chamados trabalhadores não qualificados (como servente, contínuo, vigia) foi fixado em R$ 1.067, ou R$ 4,85 por hora. Para qualificados (pedreiro, armador, carpinteiro, pintor, gesseiro e outros), o valor foi para R$ 1.298 (R$ 5,90 por hora). Para os demais qualificados, o piso passou a R$ 1.555,40 (R$ 7,07). O tíquete-refeição foi de R$ 15 para R$ 18 e o vale-supermercado, de R$ 150 para 200.
Segundo a convenção, empresas terceirizadas devem fornecer a seus funcionários refeições no mesmo padrão e qualidade das fornecidas pela contratante.
De acordo com o SindusCon, o setor estava com 3,45 milhões de empregados com carteira assinada no final de março em todo o país. Destes, 890 mil ficavam no estado de São Paulo.
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