Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Dilma quer acelerar criação de fundo dos Brics!

Dilma quer acelerar criação de fundo dos Brics

Brasileira conversou por telefone com presidente da China sobre ação conjunta do bloco
Diante da valorização mundial do dólar, os países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) vão definir uma ação conjunta do bloco, como foi conversado nesta segunda-feira (24/06) entre Dilma Rousseff e o presidente chinês Xi Jinping. 
A intenção do governo brasileiro é falar até o final desta semana com os presidentes de Rússia, Vladimir Putin, Índia, Pranab Mukherjee, e África do Sul, Jacob Zuma.

Dilma pretende acelerar, no âmbito dos Brics, a criação de um “arranjo contingente de reservas” (CRA, na sigla em inglês), com previsão de recursos de US$ 100 bilhões, numa ação coordenada pelos bancos centrais desses países.

Agência Brasil

Presidente Dilma Rousseff pretende falar com presidentes da Rússia, da Índia e da África do Sul sobre fundo ainda nessa semana
Esse fundo de reservas cambiais começou a ser discutido na reunião de Durban, na África do Sul, em março. Seria um “colchão” de reservas que os governos deixariam à disposição do grupo para prover liquidez em casos de retração nas linhas de crédito internacionais, queda de investimentos ou ataques especulativos. A expectativa da presidente é que esse arranjo seja aprovado na próxima reunião dos Brics, em julho.


A urgência para a criação do fundo se deve ao anúncio do Fed (Banco Central norte-americano), na última quarta-feira, de que pode diminuir os estímulos monetários até o fim do ano caso a economia dos Estados Unidos continue se recuperando. Esses estímulos hoje irrigam o mercado na base de US$ 85 bilhões por mês em compra de ativos pelo Fed.

“A presidente Dilma teve uma conversa com o presidente chinês Xi Jinping para discutir a situação financeira após a decisão do Fed [Federal Reserve] da semana passada. Concordaram que é necessária uma coordenação maior entre os países do Brics e avaliar melhor os efeitos disso no mercado financeiro mundial”, informou o porta-voz da Presidência da República, Thomas Traumann.

A expectativa do fim dessa política expansionista tem agitado o sistema financeiro global nas últimas semanas. Caso a ajuda diminua, o volume de moeda norte-americana em circulação cai e, consequentemente, o preço do dólar aumenta em todo o mundo. De 22 de maio para cá o dólar, no Brasil, passou de pouco menos de R$ 2,00 para R$ 2,228, ontem.
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