Frases para não se esquecer!

"O que ameaça a Democracia é a fome, é a miséria, é a doença dos que não tem recursos para enfrentá-la. Esses são os males que podem ameaçar a Democracia, mas nunca o povo na praça pública no uso dos seus direitos legítimos e democráticos.". - Presidente João Goulart, em 11/03/1964.

Joseph Pulitzer: "Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma."

"O sigilo não oferecerá nunca mais guarida ao desrespeito aos direitos humanos no Brasil"

(Presidenta Dilma Rousseff, ao sancionar a criação da Comissão da Verdade)

Emiliano Zapata: “Mais vale, homens do Sul, morrer de pé que viver de joelhos!”

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Políticas do governo Dilma, garantia de continuidade do crescimento!

Políticas do governo Dilma, garantia de continuidade do crescimento - por Zé Dirceu, do seu blog, 03/06/2013

O governador tucano de São Paulo, Geraldo Alckmin, raramente fala sobre economia. Nem parece governar o mais importante Estado do país e o de maior peso econômico. Mas falou no fim de semana. 

Analisou a elevação da taxa Selic e considerou que alta de juros não pode ser o único instrumento para o combate à inflação. E aí retomou o discurso velho da oposição: o governo federal, disse, precisa conter os gastos públicos, como forma de melhorar o resultado fiscal.

"Não é que seja positiva (a alta dos juros), mas precisa ter um conjunto de medidas macroeconômicas. A monetária é uma delas", disse Alckmin, após entrevista na 17ª Parada do Orgulho Gay de São Paulo. Segundo ele, a alta dos preços, sobretudo dos alimentos, vem afetando a população mais pobre. "A inflação é o pior dos impostos e corrói os salários de quem ganha menos", disse. O Banco Central (BC) elevou os juros em 0,50 ponto porcentual - para 8%, na reunião do seu comitê de Política Monetária (COPOM) 4ª feira da semana passada.

E Alckmin retomou, assim, uma das bandeiras que o PSDB vem levantando na propaganda eleitoral gratuita no rádio e TV, apresentada pelo quase candidato deles ao Planalto no ano que vem, senador Aécio Neves (PSDB-MG). Aécio foi lançado no início do ano, não emplacou mas continua pré-candidato levado de um lado para outro pelo patrono de sua candidatura, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Alckmin repete Aécio

Na prática, no domingo, Alckmin repetiu sem tirar nem pôr a fala de Aécio na propaganda partidária. O que revela que o tucanato não aprendeu nada com a experiência da Europa, de cortes de gastos e austeridade absoluta apenas, que não resolveu, absolutamente, a crise em que os países do velho continente afundaram.

No Brasil, só cortar gastos e aumentar juros neste momento, governador Alckmin, é impedir de vez a retomada do crescimento e jogar o país numa recessão e no desemprego. Quem está certo é o governo ao continuar investindo no PAC, no Minha Casa, Minha Vida, na geração de 3,5 milhões de emprego - só em abril a construção civil criou 38,1 mil empregos e foram 114,3 mil  no quadrimestre.

Está na direção certa o governo Dilma ao investir em educação e inovação, na infraestrutura e na implantação de um programa de concessões junto com os investimentos em energia, gás e petróleo e no das próximas áreas do pré-sal. Vide sucesso do leilão recente da Agência Nacional de Petróleo (ANP) e a perspectiva de êxito do próximo programado para outubro.

Políticas do governo Dilma, garantia de que vamos continuar a crescer

São políticas que representam uma garantia de que vamos continuar a crescer. Já os juros altos e corte de gastos - como pregam Alckmin e seu tucanato - são um caminho para o fracasso, para o desemprego e a queda da renda, para a recessão. Nem São Paulo faz isso.

José Serra e Geraldo Alckmin, quando governadores anteciparam receitas, tomaram empréstimos no Banco Mundial e no Banco Interamericano de Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD), pediram e conseguiram da União a elevação do teto do endividamento do Estado. Em outras palavras: gastaram mais. Simplesmente o oposto do que prega o bom tucano. Alckmin e Aécio, inclusive, agora.


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